No meu cotidiano acompanhando negócios do segmento pet, observei como a comunicação entre empresas e tutores pode ser cheia de desafios escondidos. Muitos gestores acreditam que estão se comunicando bem, mas na prática, pequenos deslizes acabam gerando desentendimentos, retrabalhos e até perda de clientes. Quero compartilhar minha experiência sobre os erros mais frequentes que presenciei e, claro, como você pode evitar que eles prejudiquem o relacionamento com seus clientes.
Por que a comunicação com tutores merece atenção?
A relação entre empresas de serviços pet e tutores é delicada. Estamos lidando com membros da família desses clientes. Por isso, uma comunicação descuidada pode gerar insegurança ou desconforto. Empatia, clareza e agilidade são pilares básicos. Soluções como as da Pet Attend nasceram exatamente do olhar atento para esses detalhes, uma resposta aos problemas que vi se repetirem no setor.
Pequenos ruídos afetam muito a confiança dos tutores.
Veja agora os principais erros que mais presenciei e como você pode aprimorar seu atendimento.
1. Falta de clareza nas informações
Já notei diversos casos em que o tutor sai do estabelecimento sem saber exatamente quando buscar seu pet ou não entende o que foi feito em um procedimento. Termos técnicos demais, mensagens genéricas ou ausência de detalhes podem confundir, e isso traz problemas que vão além do operacional: o cliente fica inseguro.
- Explique horários, procedimentos e valores de modo simples.
- Confirme se o cliente entendeu, incentivando perguntas.
- Padronize as informações em todos os canais, como faz a Pet Attend em seus aplicativos, garantindo que as orientações dadas presencialmente estejam registradas digitalmente.
2. Demora para responder
Se tem algo que incomoda tutor é ficar no escuro. Ficar sem resposta, seja sobre o estado do pet, dúvidas simples ou até questões financeiras, passa falta de cuidado.
No meu acompanhamento diário, percebo como ferramentas automatizadas ajudam. Um simples aviso automático da Pet Attend, por exemplo, já mostra ao tutor que a equipe está atenta ao seu contato.
- Defina prazos claros para respostas.
- Se não consegue dar a solução na hora, avise que recebeu e dará retorno em breve.
- Integre canais para que mensagens não fiquem perdidas, como já abordei em artigos sobre comunicação no blog.

3. Mensagens longas ou confusas
Já recebi mensagens de pet shops com parágrafos enormes e sem divisão alguma. O resultado? O tutor ignora parte das informações ou interpreta errado.
Mensagens precisam ser objetivas. Use tópicos, frases curtas e estabeleça um padrão de comunicação, como faço questão de ensinar para novos gestores.
4. Não registrar conversas importantes
Muitas decisões são combinadas de boca e depois ninguém lembra direito do acordo. Isso costuma ser um problema na prestação de serviços, pois quando surge uma dúvida, falta um histórico confiável.
Plataformas como a Pet Attend mantêm registro das comunicações no aplicativo, criando evidências úteis em caso de possíveis dúvidas ou reclamações.
5. Falhar na empatia
Por mais padronizada que seja a comunicação, se ela não considerar o lado emocional do tutor, tudo perde força. Um exemplo simples: tratar uma reclamação apenas com respostas automáticas.
Quando oriento equipes, reforço a importância de escutar genuinamente e de mostrar que nos importamos com o pet. Não é só o que dizemos, mas como dizemos.
Atender o tutor é, antes de tudo, acolher.
6. Deixar de dar retorno após imprevistos
Um atraso no check-out, um banho que não ficou como o esperado, qualquer contratempo exige posicionamento rápido e honesto.
Vi muitas empresas “sumirem” nesses casos, mas quem resolve logo e assume a responsabilidade alcança respeito e confiança.
- Informe imediatamente sobre qualquer imprevisto.
- Seja transparente quanto ao que será feito para corrigir.
- Use a função do aplicativo que permite avisar sobre etapas do serviço.

7. Esquecer a comunicação pós-serviço
A relação não pode acabar no momento da retirada do animal. Percebi que os estabelecimentos que fazem um follow-up simples, perguntando se o tutor ficou satisfeito, recebem mais retorno positivo e têm maior fidelização.
Nas soluções da Pet Attend, há recursos para agendar esse contato, além de enviar informações de saúde e alimentação do pet. Isso demonstra profissionalismo e cuidado para além da prestação inicial do serviço.
8. Deixar múltiplos canais sem integração
Quem nunca conversou por WhatsApp e, na loja, ouviu uma orientação diferente? Essa falta de sincronia dos canais causou dores de cabeça em muitos negócios pet que acompanhei.
Todos os atendentes precisam ter acesso ao histórico do cliente. A recomendação é centralizar registros, usando sistemas como o Pet Attend, assim, a equipe fala a mesma língua e o tutor sente segurança e confiança.
Como evitar que esses erros se repitam?
Depois de analisar esses pontos, criei uma lista de boas práticas para gestores de pet shops, creches, hotéis e banho e tosa:
- Crie um padrão visual e textual para todas as mensagens.
- Oriente a equipe a praticar escuta ativa e linguagem amigável.
- Use ferramentas que centralizam as conversas, como o Pet Attend sugere.
- Envie confirmações automáticas de recebimento de dúvida ou solicitação.
- Programe follow-ups regulares, inclusive para feedbacks negativos.
- Treine cada novo colaborador para manter a consistência no atendimento.
Caso queira se aprofundar em outros aspectos da gestão no segmento pet, recomendo explorar conteúdos na categoria gestão do blog, além dos exemplos práticos já publicados.
A confiança começa com uma boa comunicação.
Minha experiência faz diferença
Apoiei negócios que estavam perdendo clientes e vi a recuperação gradativa da reputação quando ajustes na comunicação foram adotados. Uma ferramenta pensada para o setor pet, como a Pet Attend, oferece recursos que vão muito além do controle de agendas: ela integra, registra e facilita o fluxo natural das conversas, tornando tudo mais transparente. Se ficou curioso sobre outros aprendizados, também compartilhei insights no meu perfil de autor: veja aqui.
Conclusão: comunicação transparente é o segredo
Não existe fórmula mágica para zerar falhas na comunicação, mas se você buscar clareza, agilidade, empatia e contar com soluções tecnológicas alinhadas ao seu serviço, os erros se tornam cada vez mais raros. O sucesso no segmento pet depende, em boa parte, do que o tutor sente quando interage com seu negócio.
Se você quer transformar o relacionamento com tutores e dinamizar sua rotina, faça um teste grátis da Pet Attend. Conheça, na prática, como a tecnologia pode deixar a comunicação ainda mais próxima, eficiente e segura.
Perguntas frequentes
Quais são os erros mais comuns?
Os erros mais comuns na comunicação com tutores são falta de clareza nas informações, demora para responder, mensagens confusas, ausência de registros das conversas, falta de empatia, não dar retorno após imprevistos, esquecer o contato pós-serviço e não integrar os diferentes canais de atendimento.
Como evitar falhas na comunicação com tutores?
Para evitar falhas, é importante padronizar a linguagem, definir prazos para respostas, registrar todos os contatos, praticar a escuta ativa e centralizar informações em ferramentas específicas. Isso diminui ruídos e reforça a confiança dos tutores.
O que fazer se houver mal-entendido?
Se ocorrer um mal-entendido, mantenha a calma, ouça a versão do tutor, esclareça pontos confusos com exemplos práticos e, quando necessário, peça desculpas. Sempre forneça registros do histórico e faça o possível para solucionar o incômodo de forma transparente.
Como corrigir um erro de comunicação?
O primeiro passo é reconhecer o erro sem hesitação, depois explicar o que ocasionou a falha e, por fim, informar quais serão as medidas para evitar repetição. Vale reforçar a disposição para feedbacks e manter um canal de diálogo aberto.
Por que a comunicação clara é importante?
A comunicação clara é importante porque evita mal-entendidos, fortalece a relação de confiança entre empresa e tutor e reduz retrabalhos e reclamações. Ela também ajuda a construir uma reputação positiva para o negócio pet.
